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Supergirl - 2° Temporada | Crítica

Supergirl - 2° Temporada
Elenco: Melissa Benoist, Mehcad Brooks, Chyler Leigh, David Harewood, Jeremy Jordan
Criação: Greg Berlanti, Ali Adler, Andrew Kreisberg
Estréia: 10 de outubro de 2016


Nesse ano a Supergirl desembarcou na sua nova casa. A série desenvolvida inicialmente no canal CBS, foi cedida à CW para sua segunda temporada, entrando no universo de super heróis do canal. Após uma primeira temporada que em nenhum momento chegou a ser espetacular, mas também passou longe de ser ruim, a série buscava uma maior regularidade para se sustentar, agora atraindo um número consideravelmente maior de olhares.

Logo surgiu a notícia de que a segunda temporada começaria com um BANG! O Homem de Aço daria as caras na série, sim, ele mesmo, o Superman! O personagem fez um super duo com sua prima nos dois primeiros episódios e foi interpretado por Tyler Hoechlin (Teen Wolf) e mostrou uma faceta do personagem muito mais parecida com aquela vista nos quadrinhos, um Super que é sinal de esperança, do jeito americano, com um tom bem mais leve do que aquele levado às telonas por Zack Snyder.

Mas, obviamente, o foco não foi e nem deveria ser o Superman, pois a série quis mostrar, que mesmo diante do seu primo famoso, a Kara ainda é quem dá as cartas, de forma que em momento nenhum da parceria ela perdeu o protagonismo dos episódios. Engraçado que talvez isso tenha acontecido em face do team supergirl que por muitas vezes recebeu mais atenção do que deveria, existe um complexo na CW de transformar todo mundo em super herói e mesmo que a mensagem de “cada um pode fazer a sua parte” seja bacana demais, isso pode prejudicar o andamento da série.
 
Outro ponto positivo, foi o modo como a série abordou diversos temas relevantes para o momento vivido no país e no mundo como um todo, usando-se de seus elementos, não faltou coragem em tratar de assuntos como imigração e o próprio feminismo, mostrando que a luta da atriz Melissa Benoist vai também pro seu trabalho nas telas.

Como saldo para esse segundo ano, fica o fato de a série ter encontrado uma maneira de abordar ótimos temas sem deixar de garantir um bom entretenimento, não abusando de vilões como faz a série de um certo velocista, vai trabalhando a identidade da Garota do Amanhã aos poucos e a tornando mais independente. Fica a expectativa pra saber o que o próximo ano trará de novidade e se a boa recepção do Superman pelos fãs o trará voando até National City mais vezes, porque nunca é demais ver os primos de Krypton em ação.
 

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