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Better Call Saul - 3° Temporada | Crítica


Better Call Saul - 3° Temporada
Elenco:Bob Odenkirk, Jonathan Banks, Rhea Seehorn, Patrick Fabian
Criação: Vince Gilligan, Peter Gould
Estréia: 10 de abril de 2017

★★★★★

Vince Gilligan é a mente por trás de uma das séries mais brilhantes de todos os tempos, Breaking Bad é praticamente unanimidade entre os amantes de séries e não é difícil encontrar atuações primorosas ao decorrer dos episódios, entre tantas pode ser lembrada o genial e infame Saul Goodman (Bob Odenkirk), daí fica fácil pensar que um spin-off contando a história de origem do advogado criminoso, não seria um mau negócio.

Com sua terceira temporada chegando ao fim, a série mostra o mesmo cuidado que tornou sua antecessora uma obra prima, trabalha as histórias dos personagens com cuidado e nos dá indicações sutis de tudo que está por vir, muita coisa nos é elucidada, mas muita coisa fica nas entrelinhas, como o famoso “pra bom entendedor, meia palavra basta.”

A fotografia da série continua magnífica e o novo ano nos coloca muito mais próximos do fim de James McGill como conhecemos e a gênese de Saul Goodman, tudo parece conspirar contra Jimmy, ao mesmo tempo em que entendemos que ele mesmo se põe na situação, parece que a índole sempre esteve lá, esperando pra vir a superfície.

As histórias que rodeiam a série também se mostram de um primor incrível, a chegada de personagens conhecidos dos telespectadores só torna cada novo episódio ainda mais impactante, novamente deve-se ressaltar as atuações, abrindo um adendo para Kim Wexler (Rhea Seehorn), uma das histórias mais legais já vistas e um mistério total para qualquer fã da série, acompanhar sua jornada sem saber seu paradeiro é ainda mais emocionante, cabe também ressaltar como é bom ver Giancarlo Esposito revivendo seu papel brilhante como Gus Fring.

Em seu terceiro ano, Better Call Saul evolui, sem perder a essência, nos mantendo em um mix de proximidade com a icônica figura que vimos em Breaking Bad e um advogado iniciante que vive na linha tênue entre sua faceta batalhadora e uma outra capaz de tudo pra conseguir o que almeja. Se James McGill realmente tem uma consciência, isso só o futuro nos dirá, se é que já não disse.


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